Saturday, November 27, 2004

Contraponto

Ser uma pessoa prestativa é complicado. Nem sempre estamos dispostos a ajudar, nem sempre 'nos convém' esse esforço, não é mesmo?
Não me convém ajudar fulano. Não vejo vantagens, só vejo problemas e mais problemas. Não quero me intrometer onde não sou chamado. Mesmo que fulano me peça com educação. É besteira um meu envolvimento.
Implorando? Não, não... deixa eu quieto. Cada um com seus problemas.
Com o tempo, vamos nos acostumando a esse afastamento. Meter o bedelho, mexer no queijo, tomar as dores. São situações complicadas, que podem ser evitadas.

Ser uma pessoa prestativa é bom demais. Quando posso, eu me entrego. Caio de cabeça mesmo. Tão bom ser uma pessoa útil.
Se precisam de ajuda, por que negar? O desenvolvimento pessoal, o aprendizado, tudo isso é inegável, incomparável. Tomar as dores, os anseios, os sentimentos de fulano... como dispensar esse sopro de vida?
Não me peça. Estou sempre disposto. Faz parte de mim ajudar quem necessita.
Aprendi que dos males, o menor é não se envolver. Não se envolver é fuga, fuga é medo, medo é morte. E quando se está morto em vida, precisamos de... ajuda?

Artista de rua

Madrugada na rodoviária, e um sujeito começa a importunar o pessoal que está esperando ônibus.
Monólogo. O sujeito, bêbado, falando sem parar:
- Eu perdi a virgindade com 13 anos! Na zona! Na zona!
- Foi com uma prostituta. E eu peguei gonorréia com 13 anos! Na zona!
- Naquele tempo eu não tinha dinheiro pra comprar camisinha. Mas pensando bem, a responsabilidade é da prostituta, não é mesmo?
- Eu peguei gonorréia!
- Se fosse hoje, eu teria pego AIDS. Mas a responsabilidade é da prostituta, já que eu era de menor. Fui aliciado.
- Gonorréia! gritando alto;
- Gonorréia!
- Minha primeira vez foi com uma prostituta. Eu peguei gonorréia.

Monday, November 22, 2004

Café

Hoje o dia foi muito legal. Acordei cedo e tomei café. Eu gosto muito de café, porque tomando café eu acordo.

Fui pra escola assistir aula. Eu não gosto muito da escola, porque é longe, e eu perco muito tempo até chegar lá. Eu gostaria de, ao invés de ir pra escola, ficar em casa. Minha vovó faz café novo quando a Maria começa a preparar o almoço. O café da vovó é amargo, mas é bom.

Encontrei uma vizinha no caminho para a escola. Ela é muito legal. Conversamos sobre tudo! Sobre a minha escola, que eu já disse que não gosto, sobre o vizinho novo que mudou também. Ela perguntou bastante sobre o vizinho, ela ficou perguntando um monte de coisas sobre o Golf vermelho dele. O Golf é lindão.

Acho que se ela tivesse a minha idade, formaríamos um casal bem simpático. Eu convidaria ela pra tomar café comigo, porque ela gosta de carros como eu. E se ela combina comigo, ela deve gostar de café também, como eu.

Na escola, a aula foi chata. Eu não me concentrava na professora. Só me distraí um pouco quando estava no recreio. No recreio, tomei café, que eu gosto. E no recreio também aconteceu uma coisa engraçada. Eu derrubei minha pochete no chão, e me abaixei pra pegar. Só que a minha amiga, a Luísa, também se abaixou pra pegar. Ela queria me ajudar. Só que nos abaixamos ao mesmo tempo, e batemos a cabeça! Demos muita risada. Foi muito engraçado. E eu acho legal coisas engraçadas. Eu achei tão engraçado, e estava dando tanta risada, que até tomei mais café, que eu gosto. Dar risada, e tomar café junto, é muito legal. Tomando café eu acordo, e fico mais atento nas coisas legais.

Assisti um desenho novo. Eu gosto muito de desenhos. E assisti o desenho tomando café com leite.

Fiquei assustado, porque descobri que sensações fazem o cérebro funcionar de um jeito estranho. Enquanto eu assistia o desenho, e tomava o café com leite, que eu também gosto, eu me lembrei da pochete e da cabeçada na escola. E comecei a rir sem parar. Ri tanto, que fui buscar mais café, que eu gosto.

Acho que o café me fez lembrar da pochete e da cabeçada. É legal isso, e eu acho legal coisas legais. Da próxima vez que acontecer alguma coisa legal, eu vou querer estar tomando café, pra ver se o meu cérebro faz uma ligação mental entre essa coisa legal e o café.

Eu gosto muito de café. Café é legal.

Sunday, November 21, 2004

orkut, fator bozo

:: mundinho hype orkut de inclusão social (via scrapbook!!) ::

A única razão que encontro para combinarmos um evento comunitário pirotécnico (como um churrasco Ilha de Caras), é o fator 'bozo' de degenerescência dos não-convidados.

Também conhecido como 'eu vou'.

(pra isso inventaram o email, telefone, discrição... já imaginou as pessoas que fazem a Dieta da Sopa? Elas podem estar lendo este evento social sendo divulgado...)

Friday, November 12, 2004

Lessons that MUST be learned in relationships

1. If a man wants you, nothing can keep him away. If he doesn't want you, nothing can make him stay.

2. Stop making excuses for a man and his behavior.

3. If you have ANY doubt in your mind about a man's character, leave him alone.

4. Allow your intuition (or spirit) to save you from heartache.

5. Stop trying to change yourself for a relationship that's not meant to be.

6. Don't force an attraction.

7. Slower is better.

8. Never live your life for a man before you find what makes you truly happy.

9. If a relationship ends because the man was not treating you as you deserve then heck no you can't "be friends." A friend wouldn't mistreat a friend.

10. Have faith in God regarding your relationship, but don't let faith make you stupid. God does things decent and in order.

11. Don't settle.

12. If you feel like he is stringing you along, then he probably is.

13. If he keeps changing his mind about the relationship--take that as a BIG sign that he is unstable. Do you really want t be with a man like that?

14. Don't stay because you think "it will get better." You'll be mad at yourself a year later for staying when things are not better.

15. Honorable men take care of their business and aren't involved in a whole lot of mess.

16. The only person you can control in a relationship is you.

17. There's only one 'reason' a man dumps you; he doesn't want you.

18. Avoid men who've got a bunch of children by a bunch of different women. He didn't marry them when he got them pregnant, why would he treat you any differently?

19. You really do have to kiss a few frogs before finding the prince.

20. Always put yourself and your happiness first.

21. Always have your own set of friends separate from his.

22. Maintain boundaries in how a guy treats you. If something bothers you, speak up.

23. Like from the show Sex and the City, if he doesn't call, he just isn't that interested.

24. Be honest and upfront.

25. Know when to cut the cord, don't be strung along.

26. Don't fall for the "I'm confused role". Remove yourself from the situation to let him figure things out (but don't wait for him, move on).

27. If you want to have a clue as to how he will treat you, watch how he treats the WOMEN in his family (not just mom).

28. There's more than physical abuse, there's emotional and mental abuse. If he causes any of them...flee.

29. You cannot change a man's behaviors. Change comes from within.

30. Don't let him place rules on you that he is not willing to follow himself -- double-standard.

31. Don't EVER make him feel he is more important than you are...even if he has more education or in a better job.

Monday, November 08, 2004

O mito da caverna

Gersivando - Bom, façamos então um apanhado geral, no que diz respeito à formação sentimental. Imagine-se levando uma pacata vida, desde a sua mais remota infância, numa caverna. Concomitantemente, você tem ao seu redor alguns espécimes femininos estonteantes... mas inacessíveis. Essas espécimes estão em uma forma bastante venenosa, cultivando aquilo a que chamam de vaidade, a todo instante. Atiçam a tudo e a todos, pois julgam ter nascido apenas para seduzir. Jovens, os inocentes e indefesos, acorrentados em sua imaturidade, não raro se percebem subindo pelas paredes, hipnotizados pelas formosas damas.

Glauco - Estou vendo.

Gersivando - Imagine então esses mesmos infantes, inocentes e febris, à medida em que NÃO se aproximam das estonteantes espécimes. Ao longo de sua formação, acorrentados que estão à caverna, têm apenas uma vaga idéia do veneno que elas são, de fato. Aceitam, pois, o fato de estarem cercados por estas espécimes estonteantes, e se se sentem em ebulição, desconfiam apenas o motivo, mesmo sem nunca tê-las tocado.

Glauco - Um quadro estranho e estranhos prisioneiros.

Gersivando - Assemelham-se a nós. Vide mídia, Internet, revistas masculinas. Bom, mas para começarmos, imagine que aos infantes caberiam senão essa realidade. Veneno e inacessibilidade. Pois, inocentes que são, imaturos e em formação, nada mais lhes restam senão as correntes, as paredes, e a conformação, pelo que não entendem mas sentem.

Glauco - Aos infantes então, e tomando por realidade as estonteantes espécimes, imaginemos uma caverna tomada de desejo, como se o mundo para eles fosse um mundo de desejos não saciados.

Sócrates - Sim.

Glauco - Foda hein.

Sócrates - Bem, não achas que os infantes tomariam por objetos reais as espécimes que vêem, e não podem tocar? Conformados que estão, em sua deprimente situação, nada poderiam fazer.

Glauco - É bem possível. Fadados estariam à tentação eterna, e nem perceberiam.

Gersivando - Concordo. E, se além disso, a acústica da caverna, de forma melodiosa e caliente, aos ouvidos dos infantes levasse senão as mais depravadas ladainhas? Estonteantes espécimes, anunciando alguns produtos de beleza, ou ainda sussrundo convites para um telefonema com cobrança internacional... não pensariam os infantes: - veneno!

Glauco - Sim, por Zeus!

Sócrates - Convenhamos, tais infantes não atribuirão realidade à essa vida, evidentemente de volúpia? Fadados às paredes escaláveis? Até o fim de seus dias?

Glauco - Assim terá de ser.

Gersivando - Considera agora a aventura, por assim dizer, se a um desses infantes fosse concedida um esboço de liberdade. Uma liberdade condicional, onde o inocente infante se submeteria a algumas atividades. Um experimento, visando um deslumbramento posterior.

Glauco - Sim.

Gersivando - Atividades essas, imagine, como um beijo numa espécime estonteante! Consegue imaginar o pagode? O desvencilhamento das correntes, e a não necessidade de se escalar parede alguma. Afinal, um beijo, antes impensável, numa espécime que existe, que é palpável... não seria, para o infante, um revertério na realidade? No seu mundinho? Com novas e cativantes possibilidades!?

Glauco - Decerto. Apesar de ser apenas um beijo.

Gersivando - E se, para o bom andamento da atividade, fosse permitido ao infante um contato mais... digamos, efetivo com a espécime? Mas uma espécime não tão estonteante, dessa vez. Uma espécime meia-boca. Assaz alcunhada "feinha"... mas ainda palpável. Visando, não nos esqueçamos, apenas o deslumbramento posterior. É de se esperar que, no início, ele tente retesar seus sentimentos... mas ainda assim acabe acreditando na possibilidade de novas descobertas, não é mesmo? Em relação à palpabilidade.

Glauco - Com toda a certeza.

Gersivando - E se, para efetivos resultados, arrastassem o infante e a espécime não-estonteante-mas-palpável para um canto? E, sob métodos pouco ortodoxos, dessem início a um relacionamento, um pouco além do inocente beijo (essas espécimes costumam não perdem tempo). Se se mostrasse que as realidades dos fatos, que antes aos infantes transpareciam tão podadas, cerceadas, não eram assim tão restritivas?! Que a inacessibilidade não existe, de fato, se todos fossem um pouco mais flexíveis, por exemplo...

Glauco - Não o conseguirá aceitar, acredito. Afinal, é baranga.

Gersivando - Sim. Mas terá, creio eu, necessidade de se habituar à essa realidade, caso o deslumbramento seja mesmo cativante. Começará por perceber a existência de um mundo acessível, em detrimento de sua antiga realidade. Perceberá, meio que a contragosto no início, mas empolgado com as possibilidades que parecem aflorar, que a inacessibilidade pode até ser inata à espécimes estonteantes. Mas que outros espécimes, se se fazem notar, têm lá o seu lado "outstanding" também. São, por assim dizer, contempláveis, sob um olhar mais atento. Menos viciado como o dos acorrentados.

Glauco - Sem dúvida.

Gersivando - Por fim, suponho eu, será não apenas a palpabilidade, mas a essência bela, comum à todas as espécimes femininas, comum ao ser humano, que dará sentido à essa epifania sentimental. Que ser ou não estonteante, é algo muito relativo, e que existe algo além da triste realidade, que édesejar o que não se pode alcançar.

Glauco - Necessariamente.

Gersivando - Depois disso poderá concluir, a respeito das espécimes, que são elas é que se fazem estonteantes, frente ao intenso confronto entre suas fesceninas concorrentes. Mas que a essência, una, é a mesma em todas. A saber, a essência bela, sem nenhuma relação com a beleza física.

Glauco - É evidente que chegará a essa conclusão.

Gersivando - Ora, lembrando-se de sua primeira morada, da sabedoria que aí se professa e daqueles que foram seus companheiros de cativeiro, não achas que se alegrará com a mudança e lamentará os que lá ficaram?

Glauco - Sim, com certeza Gersivando.

Gersivando - E se, por um acaso, se distribuíssem honras e louvores, se tivessem recompensas para aquele que se apercebesse, com o olhar mais vivo, que existe algo além do mero admirar as estonteantes? E que por isso, em sendo o mais hábil, imaginando novos horizontes, provocasse a inveja daqueles que, entre os prisioneiros, são venerados e poderosos? Ou então, como o herói de Homero, não preferirá mil vezes ser um humilde, mas um guerreiro gari, e sofrer tudo no mundo das palpáveis? Do que voltar às antigas reclusões e viver como vivia?

Glauco - Sou de tua opinião. Preferirá sofrer tudo a ter de viver daquela maneira.

Sócrates - Imagina ainda que esse infante volta à caverna e vai sentar-se no seu antigo lugar: Não ficará com os olhos cegos pelas trevas ao se afastar bruscamente do contato com espécimes-palpáveis?

Glauco - Por certo que sim.

Gersivando - E se tiver de entrar de novo em competição com os prisioneiros que não se libertaram de suas correntes, para execrar as espécimes estonteantes, estando ainda sua vista confusa, e antes que seus olhos se tenham recomposto, pois habituar-se à antigas escaladas nas paredes exigirá um tempo bastante longo, não fará que os outros se riam à sua custa e digam que, tendo ido à palpabilidade, voltou com o bom senso perturbado, pelo que não vale a pena tentar ir até lá? E se alguém tentar libertar e conduzir para o mundo das palpáveis, esse alguém não o mataria, se pudesse fazê-lo?

Glauco - Sem nenhuma dúvida.

Gersivando - Agora, meu caro Glauco, é preciso aplicar, ponto por ponto, esta imagem ao que dissemos atrás e comparar o mundo que nos cerca com a vida da reclusão na caverna, e a essência comum à todas as espécimes. Quanto ao experimento e à festa com as palpáveis, se a considerares como a ascensão da alma para a mansão inteligível, não te enganarás quanto à minha idéia, visto que também tu desejas conhecê-la. Só Deus sabe se ela é verdadeira. Quanto a mim, a minha opinião é esta: no mundo inteligível, a idéia do bem é a última a ser apreendida, e com dificuldade, mas não se pode apreendê-la sem concluir que ela é a causa de tudo o que de reto e belo existe em todas as coisas; no mundo visível, ela engendrou a luz; no mundo inteligível, é ela que é soberana e dispensa a verdade e a inteligência; e é preciso vê-la para se comportar com sabedoria na vida particular e nos relacionamentos interpessoais.

Glauco - Concordo com a tua opinião.

Sunday, November 07, 2004

Então

Um primeiro post pra valer...

Resolvi começar um blog à toa aqui, metido a besta. Besta e enxuto, afinal não estou a fim de rabiscar listinhas, ou caprichar num profile. Ressaltar a totalidade de minhas qualidades, ou mascarar os meus defeitos? Cansa a beleza fazer isso... ainda mais agora, véspera de início de semana.

Com o tempo, e com os meus posts cativantes, talvez eu vá criando um personagem aqui. Personagem esse que pode (ou não, eu decido), ser fiel à minha pessoa. Dispenso no momento a tediosa tarefa de me auto-definir.

Bom, digamos que o personagem aí esteja nervoso no momento, desiludido com algumas coisas. Coisas, coisas... coisa é um termo meio vago, não? Se aplica tanto a objetos situações da vida cotidiana, como também às pessoas, gente como a gente.

Algumas coisas, portanto... pessoas. Digamos que algumas pessoas não estão andando nos eixos. Algo meio estranho nessas pessoas está tomando forma, bastante meio sinistro... incomum e destoante da normalidade vida besta.

Tem pessoas aí que parecem surtar nos ossos. Sem motivo algum, e externando algo que não me diz respeito, nem percebem que contaminam o ar que respiro, contribuindo para cansar a minha beleza. E cansar a beleza é algo absolutamente relevante, em se tratando do relacionamento inter-coisas, e suas vertentes.

Sim, sim... cansar a beleza alheia (a minha, no caso), pelo fato de não conseguir administrar o surto pessoal, é que é o 'X' da questão. O supra sumo do post. É de tamanha importância essa discussão, que nem me importaria em dizer aqui:
" - Cada um com seus problemas. "
" - Deus deu a vida... "




Me censuram vez ou outra, enternecidos com esse estado de espírito paternal, que tanto alardeio e propago. Fulano (o personagem, ou 'eu') é boa pessoa, mas...

" - Cara bonzinho demais só se fode. "

Discordo em partes. Não me custa ajudar as pessoas. Perceber a pessoa no buraco, ajudá-la, ampará-la de forma carinhosa, abnegando todo e qualquer reconhecimento, essa é a razão de ser do "cara bonzinho", ou não? Satisfação pessoal, pelo fato de se sentir útil, em detrimento do sucesso nas pesquisas, priceless.

Quantos não se sentiram realizados seguindo essa linha de conduta? Vide Jesus... um pouco famoso, concordo. Mas é que ele foi expoente "cara bonzinho". Apesar de ter se dado meio mal no começo.

Enfim, apesar dos pesares, ajudar é bom. O nível de auto-flagelação é meio diretamente proporcional, mas é bom. Satisfação pessoal é gostoso. Alimenta.

Alimenta, alimenta, alimenta... alguns alimentos engordam!! Engordam, e afetam as coronárias e causam infarte agudo do miocárdio e não matam. Dá só um derrame.

" - Enfermeira, vc anotou a placa? Eu só ando na faixa..."

De repente, passado o susto inicial da recuperação, nos percebemos um pouco sozinhos...

" - Doutor, eu autorizo as visitas. "

Quatro semanas depois...

" - Doutor, estou de quarentena? Quatro vezes sete, vinte e oito, estamos em fevereiro ano bissexto. "

Triste realidade... todos aqueles que amparamos... mas... mas... por que eu estou desamparado? Mas....???? Mas e o espírito paternalista alardeado?? Mas e...?

Triste post inicial. Em jargão, triste constatação.

Oi

Bom, mais um blog na rede.
Posts via email, blogspot, feed.
Só o necessário.