Então
Um primeiro post pra valer...
Resolvi começar um blog à toa aqui, metido a besta. Besta e enxuto, afinal não estou a fim de rabiscar listinhas, ou caprichar num profile. Ressaltar a totalidade de minhas qualidades, ou mascarar os meus defeitos? Cansa a beleza fazer isso... ainda mais agora, véspera de início de semana.
Com o tempo, e com os meus posts cativantes, talvez eu vá criando um personagem aqui. Personagem esse que pode (ou não, eu decido), ser fiel à minha pessoa. Dispenso no momento a tediosa tarefa de me auto-definir.
Bom, digamos que o personagem aí esteja nervoso no momento, desiludido com algumas coisas. Coisas, coisas... coisa é um termo meio vago, não? Se aplica tanto a objetos situações da vida cotidiana, como também às pessoas, gente como a gente.
Algumas coisas, portanto... pessoas. Digamos que algumas pessoas não estão andando nos eixos. Algo meio estranho nessas pessoas está tomando forma, bastante meio sinistro... incomum e destoante da normalidade vida besta.
Tem pessoas aí que parecem surtar nos ossos. Sem motivo algum, e externando algo que não me diz respeito, nem percebem que contaminam o ar que respiro, contribuindo para cansar a minha beleza. E cansar a beleza é algo absolutamente relevante, em se tratando do relacionamento inter-coisas, e suas vertentes.
Sim, sim... cansar a beleza alheia (a minha, no caso), pelo fato de não conseguir administrar o surto pessoal, é que é o 'X' da questão. O supra sumo do post. É de tamanha importância essa discussão, que nem me importaria em dizer aqui:
" - Cada um com seus problemas. "
" - Deus deu a vida... "
Me censuram vez ou outra, enternecidos com esse estado de espírito paternal, que tanto alardeio e propago. Fulano (o personagem, ou 'eu') é boa pessoa, mas...
" - Cara bonzinho demais só se fode. "
Discordo em partes. Não me custa ajudar as pessoas. Perceber a pessoa no buraco, ajudá-la, ampará-la de forma carinhosa, abnegando todo e qualquer reconhecimento, essa é a razão de ser do "cara bonzinho", ou não? Satisfação pessoal, pelo fato de se sentir útil, em detrimento do sucesso nas pesquisas, priceless.
Quantos não se sentiram realizados seguindo essa linha de conduta? Vide Jesus... um pouco famoso, concordo. Mas é que ele foi expoente "cara bonzinho". Apesar de ter se dado meio mal no começo.
Enfim, apesar dos pesares, ajudar é bom. O nível de auto-flagelação é meio diretamente proporcional, mas é bom. Satisfação pessoal é gostoso. Alimenta.
Alimenta, alimenta, alimenta... alguns alimentos engordam!! Engordam, e afetam as coronárias e causam infarte agudo do miocárdio e não matam. Dá só um derrame.
" - Enfermeira, vc anotou a placa? Eu só ando na faixa..."
De repente, passado o susto inicial da recuperação, nos percebemos um pouco sozinhos...
" - Doutor, eu autorizo as visitas. "
Quatro semanas depois...
" - Doutor, estou de quarentena? Quatro vezes sete, vinte e oito, estamos em fevereiro ano bissexto. "
Triste realidade... todos aqueles que amparamos... mas... mas... por que eu estou desamparado? Mas....???? Mas e o espírito paternalista alardeado?? Mas e...?
Triste post inicial. Em jargão, triste constatação.
Resolvi começar um blog à toa aqui, metido a besta. Besta e enxuto, afinal não estou a fim de rabiscar listinhas, ou caprichar num profile. Ressaltar a totalidade de minhas qualidades, ou mascarar os meus defeitos? Cansa a beleza fazer isso... ainda mais agora, véspera de início de semana.
Com o tempo, e com os meus posts cativantes, talvez eu vá criando um personagem aqui. Personagem esse que pode (ou não, eu decido), ser fiel à minha pessoa. Dispenso no momento a tediosa tarefa de me auto-definir.
Bom, digamos que o personagem aí esteja nervoso no momento, desiludido com algumas coisas. Coisas, coisas... coisa é um termo meio vago, não? Se aplica tanto a objetos situações da vida cotidiana, como também às pessoas, gente como a gente.
Algumas coisas, portanto... pessoas. Digamos que algumas pessoas não estão andando nos eixos. Algo meio estranho nessas pessoas está tomando forma, bastante meio sinistro... incomum e destoante da normalidade vida besta.
Tem pessoas aí que parecem surtar nos ossos. Sem motivo algum, e externando algo que não me diz respeito, nem percebem que contaminam o ar que respiro, contribuindo para cansar a minha beleza. E cansar a beleza é algo absolutamente relevante, em se tratando do relacionamento inter-coisas, e suas vertentes.
Sim, sim... cansar a beleza alheia (a minha, no caso), pelo fato de não conseguir administrar o surto pessoal, é que é o 'X' da questão. O supra sumo do post. É de tamanha importância essa discussão, que nem me importaria em dizer aqui:
" - Cada um com seus problemas. "
" - Deus deu a vida... "
Me censuram vez ou outra, enternecidos com esse estado de espírito paternal, que tanto alardeio e propago. Fulano (o personagem, ou 'eu') é boa pessoa, mas...
" - Cara bonzinho demais só se fode. "
Discordo em partes. Não me custa ajudar as pessoas. Perceber a pessoa no buraco, ajudá-la, ampará-la de forma carinhosa, abnegando todo e qualquer reconhecimento, essa é a razão de ser do "cara bonzinho", ou não? Satisfação pessoal, pelo fato de se sentir útil, em detrimento do sucesso nas pesquisas, priceless.
Quantos não se sentiram realizados seguindo essa linha de conduta? Vide Jesus... um pouco famoso, concordo. Mas é que ele foi expoente "cara bonzinho". Apesar de ter se dado meio mal no começo.
Enfim, apesar dos pesares, ajudar é bom. O nível de auto-flagelação é meio diretamente proporcional, mas é bom. Satisfação pessoal é gostoso. Alimenta.
Alimenta, alimenta, alimenta... alguns alimentos engordam!! Engordam, e afetam as coronárias e causam infarte agudo do miocárdio e não matam. Dá só um derrame.
" - Enfermeira, vc anotou a placa? Eu só ando na faixa..."
De repente, passado o susto inicial da recuperação, nos percebemos um pouco sozinhos...
" - Doutor, eu autorizo as visitas. "
Quatro semanas depois...
" - Doutor, estou de quarentena? Quatro vezes sete, vinte e oito, estamos em fevereiro ano bissexto. "
Triste realidade... todos aqueles que amparamos... mas... mas... por que eu estou desamparado? Mas....???? Mas e o espírito paternalista alardeado?? Mas e...?
Triste post inicial. Em jargão, triste constatação.
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